Leandro Borges, Corretor de Imóveis
  • Corretor de Imóveis

Leandro Borges

Uberlândia (MG)
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Leandro Borges, Corretor de Imóveis
Leandro Borges
Comentário · há 10 anos
Seria maravilhoso se tudo funcionasse conforme descrito no CDC e previsto em lei.

Algum tempo atrás tive problema com um eletrônico adquirido via internet... após a 2º assistência técnica em garantia feita num prazo maior que 60 dias e sem sucesso, procedi com reclamação no Procon de nossa cidade. Após acordo realizado entre as partes na presença do mediador e lavrado em Ata, o fabricante não cumpriu com o ressarcimento do produto após sua imediata devolução.

Atermei ação de execução no Juizado Especial de Pequenas Causas e somente após "4 anos" obtive o justo ressarcimento acrescido de juros e multas legais, além de pequeno valor decorrente de ação por danos morais e materiais.

4 anos?!?! E ainda por cima fui obrigado a ouvir de um juiz num primeiro momento que a Ata de Audiência do Procon que por si só é um instrumento de execução no caso de descumprimento de uma das partes conforme previsto em lei, que, aquilo não servia de nada!
O sucesso na empreitada só ocorreu após nova atermação e posterior distribuição por sorteio que caiu nas mãos de outro juiz mais coerente.

E é por isso que empresas e fornecedores desrespeitam seus clientes e consumidores a todo tempo, pois a justiça não cumpre seu papel efetivamente tanto no cumprimento de leis quanto nos prazos pré-estabelecidos, levando a um verdadeiro exercício da paciência de qualquer cidadão que busca por seus direitos.
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John Doe
John Doe
Comentário · há 10 anos
1) Pela Lei, todos os gastos terão limite. Entretanto, justamente a educação e a saúde, que você diz ser o foco da lei, tem tratamento diferenciado e o limite só começará em 2018.

2) O propósito da lei não é cortar gastos. Não foram retirados gastos. Foram limitados os aumentos no gastos, que não poderão ultrapassar (em *aumento*) o percentual de inflação do ano anterior.
O propósito disso é manter os gastos nos mesmos patamares atuais, mas melhorar a eficiência. Ou seja, forçar o Estado, no longo prazo, a gastar melhor a verba que tem em mãos. Não é isso que queremos há muito tempo?

3) A dívida interna (da União) passou de 67% do PIB no primeiro trimestre desse ano e as projeções é de chegue a 80% do PIB nos próximos anos, se nada for feito.
Existem países em que a dívida interna é até maior (caso do Japão), mas são economias e até culturas completamente diferentes. Nosso país sucumbirá se a relação dívida/PIB continuar subindo dessa forma.

4) Com a limitação do crescimento nos gastos públicos abre-se a possibilidade de, finalmente, baixar a absurda taxa de juros imposta pelo governo.
E isso colocará as empresas novamente no caminho da produção e investimento, a curto prazo criando empregos e melhorando o comércio, reaquecendo o mercado, formando um ciclo de desenvolvimento que vai acabar, em médio prazo, com a recessão que vivemos.

Ou seja, não se pode fazer esse tipo de análise simplista e distorcida exposta nesse artigo.
Simplesmente ignorar todos os aspectos econômicos da medida (que é uma medida econômica, não política) e seus resultados a curto, médio e longo prazo?
Pior, nem sequer se interessar em saber quais são esses aspectos, e já sair determinando: "Ahhh...Tá vendo? Eles querem acabar com a educação e a saúde. São demônios!"

É preciso maturidade para avaliar e discutir a PEC 241.
Lamento, mas maturidade não se vê nesse artigo.

Abraço, Wagner.
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